Será que não há mais nada de novo no front?

 

Ontem separei um artigo que tentava responder porque uma empresa deveria ter um blog. Sua argumentação basica era: Ora, se os blogs agora são coisa do passado, será que as empresas deveriam investir num veículo em decadência?

Confesso que no momento pensei muito em usar o artigo como base para esse primeiro post, fazer isto ao iniciar meu primeiro blog corpostivo próprio parecia adequado, mas depois de criar e escrever para mais de 10 blogs diferentes ao longo de quase 10 anos acabei me perguntando, será que isso é realmente a maior novidade que posso escrever para pessoas com quem quero me relacionar profissionalmente (afinal este é o blog da minha empresa)?

Acho que é a questão não mais se um blog corporativo faz sentido ou não, devemos nos perguntar se faz sentido alguém se achar no direito de emitir uma opinião generalizada sobre o assunto, acreditando-se credenciado o suficiente para isso.

Há anos venho mostrando a clientes e parceiros de negócios que a Internet pode quebrar muita barreiras, mas atual geração de modelos de negócios digitais nos quebrou duas das mais importantes, a do conhecimento onde a programação e o design não são um bicho de sete cabeças e a do custo trazendo das dezenas de milhares para as centenas de reais o custo de uma plataforma tecnológica de qualidade.

Quem deve responder se vale a pena ter um blog corporativo é seu dono, é mais rápido, simples e barato iniciar um do que perder tempo e dinheiro decidindo se isto é um bom negócio. Deve sim por a mão na massa, iniciar seu blog, medir seus resultados, ajustar sua estratégia e, depois de 5 ou 6 meses avaliar seu sucesso.

Em meu último projeto de e-commerce, em seis meses de gestão de um blog gorporativo, conseguimos com uma estratégia simples que ele passasse a representar 5% das vendas na loja virtual da empresa. O suficiente para pagar toda sua manutenção com folga.

Parafraseando aquele personagem caricato na TV: “Começe, djá!”

Escrito por

Carl é um engenheiro de negócios com 25 anos de experiência na gestão de empresas e projetos de vários tamanhos para grupos privados e governos. Há 6 anos começou a criar e articular redes sociais começando com a Rede da Engenharia até o Projeto TEIA MG de massificação de uso da Web do Governo de Minas. Pós-graduado em Marketing pela ESPM, MBA em Finanças pelo IBMEC e mestrado em Administração pelo Mackenzie. Apaixonado pelas filhas Amanda e Stella, está sempre com elas passeando na ciclofaixa, assistindo um filme de sua coleção, ou no Twitter, Facebook, Skype entre outras ferramentas que ensinou as duas a usar.

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